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Sobre Henrique Bolgue

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Inova Biocárdios – Segunda edição

 

A segunda edição do Inova Biocárdios reuniu médicos renomados no hotel Windsor, em Brasília, para discutir as últimas tendências e novidades da medicina, principalmente na Cardiologia.

Entre os palestrantes, o médico e ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin destacou os desafios e as inovações na saúde pública. O Instituto Biocárdios entende que fortalecer o SUS é um processo civilizatório.

Confira os temas das palestras realizadas nesta segunda edição:

  • Ecocardiograma 3D.


    Dra. Simone Nascimento – DF

  • Novidades na IC. O que não pode faltar na prescrição do paciente com Fração de Ejeção Reduzida?


    Dra. Chris Paulini – DF

  • De volta para o Futuro – Holter ou iWatch e novidades na FA!


    Dr. Luiz Leite – DF

  • Edoxabana, Rivaroxabana, Dabigatrana, Apixabana, ou varfarina? Como eu faço!


    Dra. Edna Maria Marques de Oliveira – DF

  • TAVI para todos?

              
    Mesa redonda: Dr.Wladimir M. Freitas, Dra Simone Nascimento, Dra. Maria Cristina Rezende, Dr Joalbo Andrade e Dr. Gustavo Lycurgo

  • Alerta Mitraclip – NNT de 4! Como indicar corretamente.


    Dr. Márcio Montenegro – RJ

  • Inibidores da PCSK9!!!! A final, quem se beneficiará?


    Dr. Andrei C. Sposito – SP

  • Inovação na Saúde Publica Brasileira


    Dr. Geraldo Alckmin

  • Como fomentar uma “CardioInovação”?


    Dr. Marcelo Queiroga – Presidente eleito da SBC

 

Dr. Geniberto Campos recebe título de cidadão honorário de Brasília

Nesta quinta-feira, dia 13, o Dr. Geniberto Paiva Campos irá receber o título de cidadão honorário de Brasília. A sessão solene acontece às 19h, no plenário da Câmara Legislativa do DF. A iniciativa é da Deputada Distrital Arlete Sampaio.

Dr. Geniberto Paiva Campos nasceu em Natal, capital do Rio Grande do Norte, em 1942, e é médico cardiologista graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Foi Professor na Faculdade de Medicina da UnB por 15 anos e médico no hospital Sara Kubistchek. É militante na medicina e atua na Clínica Biocardios.

Apesar ter sofrido com as atrocidades cometidas contra aqueles que se opunham ao regime militar, Dr. Geniberto nunca deixou de lado a preocupação com o próximo, com a liberdade e com a democracia. Ativista político e social, Dr. Geniberto discutiu (e discute) o Brasil, continua lutando por um país mais justo, mais igualitário e mais democrático. É autor de artigos científicos na área da saúde, especialmente saúde pública. Também engajado em publicações de análise de conjuntura política, defensor do Sistema Único de Saúde (SUS), da democracia e dos direitos sociais.

 

 

 

Pressão Alta: A doença silenciosa que atinge 35% da população brasileira

Fonte: Viva Bem/UOL

A hipertensão arterial, popularmente chamada de pressão alta, atinge cerca de um bilhão de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). É o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).No Brasil, aproximadamente 35% da população tem a enfermidade, segundo dados do Ministério da Saúde, mas metade nem sabe disso. Das pessoas que têm conhecimento, 50% fazem uso de medicação, e, dessas, apenas 45% têm a pressão controlada. O que é hipertensão arterial? Trata-se de uma doença crônica e degenerativa, caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artéria.

Leia mais 

Jantar tarde e pular o café da manhã elevam risco de morte em vítimas de infarto

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) com apoio da Fapesp mostrou que as pessoas que não tomam café da manhã e jantam perto da hora de dormir têm resultados piores depois de um infarto.

De acordo com dados divulgados no artigo, vítimas de infarto que tinham dieta irregular apresentaram uma probabilidade de quatro a cinco vezes maior de morrer ou de sofrer outro ataque cardíaco dentro de 30 dias após a alta hospitalar.

Estudos anteriores descobriram que as pessoas que pulam o café da manhã e jantam tarde são mais propensas a ter outros hábitos considerados não saudáveis, como tabagismo e baixos níveis de atividade física. A dieta irregular já foi associada, em outros estudos, a aumento no risco de obesidade, resistência à insulina e doença cardiovascular.

 

Fonte:

Folha de S. Paulo

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2019/05/jantar-tarde-e-pular-o-cafe-da-manha-elevam-risco-de-morte-em-vitimas-de-infarto.shtml

Cardiologista da Biocárdios defende técnica Tavi em artigo na Folha de S. Paulo.

O cardiologista Gustavo Lycurgo Leite publicou um artigo na Folha de S. Paulo defendendo que a técnica de cirurgia cardíaca Tavi seja incluída entre os procedimentos previstos nos planos de saúde.

Tavi é uma sigla em inglês para Implantação de válvula aórtica por cateter.

Recentemente o líder da banda Rolling Stones, Mick Jagger, foi operado com essa técnica com sucesso. Ele trocou uma válvula do coração por cateter, um procedimento menos invasivo que a cirurgia de peito aberto.

De acordo com Lycurgo, estudos recentes mostram que o Tavi é superior ao procedimento tradicional. Ela reduz o tempo de recuperação, o risco de derrame cerebral e de morte.

Gustavo Lycurgo é médico na Biocárdios e titular da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista.

Leia mais:

https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/04/faca-como-mick-jagger-nao-abra-o-seu-coracao.shtml

 

Últimas diretrizes americanas de prevenção da doença cardiovascular

10 mensagens para a Prevenção Primária de Doença Cardiovascular

1. A maneira mais importante de prevenir a doença vascular aterosclerótica, insuficiência cardíaca e fibrilação atrial é promover um estilo de vida saudável ao longo da vida.

2. Uma abordagem de cuidados em equipe é uma estratégia eficaz para a prevenção de doenças cardiovasculares. Os médicos devem avaliar os determinantes sociais da saúde que afetam os indivíduos para informar as decisões de tratamento.

3. Adultos entre 40 e 75 anos de idade que estão sendo avaliados para prevenção de doenças cardiovasculares devem ser submetidos a uma estimativa de risco para doença cardiovascular aterosclerótica a cada 10 anos (ASCVD) e ter um discussão médico-paciente sobre o risco antes de iniciar a terapia farmacológica, como o tratamento anti-hipertensivo, uma estatina ou aspirina. Além disso, a avaliação de outros fatores que aumentam o risco pode ajudar a decidir sobre intervenções preventivas em indivíduos selecionados, assim como a análise do cálcio da artéria.

4. Todos os adultos devem consumir uma dieta saudável que enfatize a ingestão de vegetais, frutas, nozes, cereais, proteína vegetal ou animal magra e peixe e diminuir a ingestão de gorduras trans, carnes, carboidratos refinados e bebidas açucaradas. Para adultos com sobrepeso e obesidade, aconselhamento e restrição calórica são recomendados para alcançar e manter a perda de peso.

5. Os adultos devem ter pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada ou 75 minutos por semana de atividade física de intensidade vigorosa.

6. Para adultos com diabetes mellitus tipo 2, mudanças no estilo de vida, tais como melhorar hábitos e fazer exercícios, são cruciais. Se a medicação for indicada, a metformina é a terapia de primeira linha, seguida pela consideração de um inibidor do cotransportador de sódio-glicose 2 ou um glucagon-like agonista do receptor de peptidio-1.

7. Todos os adultos devem ser avisados em todas as consultas de saúde para os problemas do uso de tabaco, e aqueles que usam tabaco devem ser assistidos e fortemente aconselhados a desistir.

8. A aspirina deve ser usada com pouca frequência na prevenção primária de rotina de doença aterosclerótica (ASCVD) devido à falta de benefício.

9. A terapia com estatina é o tratamento de primeira linha para a prevenção primária de aterosclerose (ASCVD) em pacientes com níveis elevados de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (≥ 190 mg / dL), aqueles com diabetes mellitus, que têm de 40 a 75 anos de idade, e aqueles determinados com risco suficiente de doença aterosclerótica (ASCVD) após uma discussão de risco clínico-paciente.

10. As intervenções não farmacológicas são recomendadas para todos os adultos com pressão arterial elevada e hipertensão. Para aqueles que requerem terapia farmacológica, a pressão arterial alvo deve geralmente ser de <130/80 mm Hg.

Fonte: https://www.ahajournals.org/doi/pdf/10.1161/CIR.0000000000000678

Pesquisa alerta que aquecimento global pode aumentar risco de doenças do coração

A mudança climática já está afetando a saúde humana e no futuro pode alterar a prevalência de diversas doenças que são sensíveis ao clima.

A Organização Mundial da Saúde prevê que o aquecimento global pode causar até 250 mil mortes entre os anos de 2030 e 2050. Esse fenômeno pode causar mais doenças tropicais, diminuir a qualidade da água e da alimentação e aumentar os problemas cardíacos e respiratórios. Segundo uma nova pesquisa publicada no New England Journal of Medicine, a redução da poluição pode ajudar a diminuir esses problemas.

Os pesquisadores defendem que investimentos e políticas para promover a adaptação proativa e efetiva de redução de gases do efeito estufa podem diminuir a magnitude e o padrão dos riscos de saúde, particularmente no médio e longo prazo.

Fonte: https://bit.ly/2Mji1qW

Inova Biocárdios

Nesse proveitoso encontro, estiveram presentes 50 especialistas entre cardiologistas, hemodinamicistas e cirurgiões cardíacos para debater sobre as principais indicações tecnológicas no tratamento das patologias da Medicina Cardiovascular.

O primeiro Inova Biocárdios contou com palestras de especialistas de renome nacional e do futuro presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga Lopes.

Confira os temas do encontro Tecnologia na Fronteira do Cuidado Cardiovascular:

 

Incorporação de novas tecnologias no Brasil

Dr. Marcelo Queiroga – Presidente eleito da SBC

 

Mitralclip – Após EVEREST e COAPT, a quem devemos oferecer?

Dr. Márcio Montenegro – RJ

Mitralclip

 

 

TAVI – Presente e futuro

Dr. Gustavo Lycurgo – DF

 

 

AVE Isquêmico – novas fronteiras para reperfusão (Dawn Trial)

Dra. Letícia Rebello – DF

 

TC na investigação de cardiopatias valvares e coronarianas

Dr. Tiago Magalhães – SP

O papel da Cintilografia Miocárdica na investigação de coronariopatia crônica

Dr. Rafael Lopes – SP

Dr. Marne Medeiros – DF

 

Estado de arte e estimulação cardíaca na ICC

Dr. José Mario Baggio – DF

Confira mais algumas fotos desse encontro que aconteceu no restaurante Rubaiyat em Brasília.

Governo elabora primeiro protocolo para tratamento de obesidade

O Ministério da Saúde abriu uma enquete pública para elaborar o primeiro Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para tratamento de casos de obesidade e sobrepeso. O documento poderá receber contribuições de representantes da sociedade civil e profissionais de saúde até o próximo dia 11 de setembro.

Segundo o Ministério, o objetivo é aprimorar e qualificar o atendimento e a conduta terapêutica de pacientes na atenção básica e especializada no Sistema Único de Saúde (SUS). A pasta alerta que a adoção do protocolo pode contribuir para prevenir e controlar a obesidade e o sobrepeso no país, além de garantir mais segurança e efetividade clínica e científica aos profissionais de saúde.

A obesidade é uma das doenças que mais tem crescido nos últimos anos em nível global. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que os índices de obesidade e sobrepeso quase triplicaram desde 1975. Em todo o mundo, existem pelo menos 650 milhões de obesos. No Brasil, um em cada cinco pessoas estão obesas e mais da metade da população das capitais estão com excesso de peso, segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).

O impacto sobre o Sus também tem crescido. Em 2012, a rede pública realizou pouco mais de mil cirurgias bariátricas e reparadoras de pacientes obesos. O número de intervenções subiu para 8,1 mil, em 2016, segundo o Ministério da Saúde.

Participação

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia convocou a participação de endocrinologistas na elaboração do protocolo. A Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) também se manifestou favorável à contribuição dos nutrólogos para elaborar o protocolo, devido à preocupação com a gravidade e o aumento da doença na população.

“A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, que vai desde meio ambiente até condição de alimentação, meios de saúde e até genética. Por ser considerada uma doença crônica, infelizmente, se você para de tratar, ela volta. Ela é responsável por mais de 30 patologias, desde a hipertensão, diabetes, colesterol elevado, infarto, acidente vascular cerebral e até câncer”, alertou Dimitri Homar, representante da regional da Abran, em Brasília.

Uma das demandas que o especialista coloca é a volta de medicamentos de baixo custo que auxiliavam no tratamento da obesidade e foram retirados do mercado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Ministério da Saúde explicou que a enquete garante a participação popular desde a primeira etapa do processo de elaboração do protocolo, que ainda deve passar por consulta pública para deliberação final.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Atividade física reduz efeitos de doenças no inverno para os idosos

Fonte: G1

O mês de agosto foi o responsável por trazer uma dos períodos mais frios de 2018. Apesar de muitas pessoas gostarem do clima, outras ficam em alerta com as várias doenças que aparecem nesta época e que prejudicam, principalmente, os idosos.

Para este público em especial, médicos geriatras aconselham a prática de atividades físicas. Entretanto, uma série de cuidados devem ser tomados.

Entre as atividades, uma opção é a yoga, que proporciona ambiente aconchegante e de temperatura agradável para que todos possam se exercitar, além de ajudar na respiração.